Debate sobre eleições 2018 ressalta a importância da diversidade de ideias

Anglo Leonardo da Vinci e Faculdade FIPEN mediam encontro com candidatos 

No último sábado (15), o Anglo Leonardo da Vinci e Faculdade FIPEN promoveram o debate sobre as Eleições 2018. Representantes dos partidos PSDB, PT, Novo, PDT e Rede falaram sobre a importância da política no dia a dia das pessoas. Os alunos perceberam aimportância da diversidade de ideias para a consolidação da democracia.

Em quatro blocos, mediados pelo professor Vagnão e pela orientadora Patrícia, cada um teve espaço para falar sobre as propostas de seu partido, bem como colocar a sua visão sobre a política atual e caminhos para mudanças. Na sequência, os alunos fizeram perguntas, fomentando a continuidade do debate.

Marina Helou deu início ao bate-papo e destacou a importância do congresso nacional e de se pensarem um novo modelo de desenvolvimento que preserve os recursos naturais, reduza a desigualdade social e promova a diversidade cultural. “Política não é um lugar ruim. É o espaço que nos representa e uma forma de conseguirmos transformação”, disse.

A Dra Régia Maria Gouvea seguiu parabenizando os estudantes pelo interesse em entender mais sobre política. Criticou as mudanças na lei trabalhista e falou sobre suas propostas como deputada. “Precisamos voltar aos avanços na educação, na saúde, na segurança pública e garantir os direitos às minorias”, afirmou.

Sebastião Bogmar, por sua vez, trouxe à tona a desesperança que milhares de brasileiros vivem e a indecisão sobre a escolha do candidato às vésperas das eleições. “Boa parte não sabe em quem votar, mas a política é importante na vida de todos nós”,ressaltou.

A construção de uma sociedade melhor apareceu em todos os discursos. Valmir Prascidelli reforçou que a eleição é determinante para que isso seja possível. “Não há saída a não ser pela via democrática. O partido representa opiniões, posições e debate o futuro”, falou.

Paulo Denoni defendeu o corte de gastos públicos, regalias dentro do governo e a privatização. “O estado tem que trabalhar a segurança, a saúde e a educação. Outras áreas podem ser administradas por empresas privadas e, assim, geraremos mais empregos”, colocou.

Feminicídio, investimento em ensino superior, aborto, segurança e outros temas relacionados às políticas públicas e a importância do poder legislativo também entraram em pauta.

Segundo o professor Vagnão, o encontro foi fundamental para a formação dos alunos. “Ficou claro como a politica é importante em nosso cotidiano. Os jovens entenderam como os partidos políticos funcionam e viram que é possível ocorrer um encontro de ideias divergentes de forma democrática”, finaliza.